O mercado de certificações profissionais na área de TI movimenta milhões todos os anos, e há certamente certificações para todas os tipos de necessidades, e aquelas mais reconhecidas e valorizadas e as que não fazem tanto sucesso.
Na área da engenharia de software há uma certificação que está agora sendo oferecida aqui no Brasil, e ainda pouco conhecida que é a CPRE-FL (Certified Professional Requirements Engineer – Foundation Level) . Essa certificação é mantida pelo IREB (International Requirements Engineering Board), e oferecida no Brasil pelo IBQTS (Instituto Brasileiro de Qualidade em Testes de Software).
Está disponível no site do IBQTS o material chamado de syllabus que documenta os conteúdos a serem estudados para o exame de certificação. Esse material pode ser obtido no site do IBQTS. Além do syllabus está disponível também um glossário de termos.
Por fim existe um livro recomendado para quem vai fazer o exame, que pode ser comprado na Amazon ainda só disponível em inglês. Veja mais informações na página sobre essa certificação.
Penso que todos os profissionais que trabalham com engenharia de software deveriam passar por algum tipo de certificação em engenharia de requisitos, dado a importância dessa disciplina para o desenvolvimento de um software com qualidade.
Na linha de que uma imagem vale por mil palavras, estava buscando na internet um vídeo que ilustrasse a importância da engenharia de requisitos para o desenvolvimento de um software com boa qualidade e custos e prazos controlados. Encontrei então o vídeo abaixo, que ilustra de forma leve e bem humarada os problemas que a engenharia de requisitos busca resolver.
Esse vídeo foi adaptado e traduzido a partir de http://www.youtube.com/watch?v=6LCEGR7s6W8
O desenvolvimento de software nos dias atuais demanda por prazos e custos reduzidos, e qualidade elevada. Conjugar esses três fatores no processo de desenvolvimento não é tarefa fácil e uma das coisas que pode ajudar a obter um software de qualidade é exatamente a qualidade do requisito que foi elicitado. Veja abaixo oito características de um bom requisito:
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No desenvolvimento orientado a casos de uso é comum nos depararmos com a necessidade de um template que nos oriente na descrição de casos de uso. Entre os muitos templates que já utilizei para isso, um dos que mais me ajudou dado a sua simplicidade é o descrito a seguir: Leia mais …
Esse artigo tem o propósito de estabelecer uma analogia entre coisas do nosso cotidiano e as melhores práticas da engenharia de software. Destaco abaixo “dois bugs” recentes do nosso dia a dia
@#Bug¨& nº1 : Projeto a deriva
Já participou daquele projeto que tem duração indeterminada, não se sabe quem é o patrocinador, não se tem cronograma definido e os custos não são controlados? Quem nunca participou de um projeto desses que atire a primeira pedra (ops!, ou me mande um e-mail)
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O termo bug tem sido utilizado pelos engenheiros para classificar pequenas falhas nas máquinas a mais de um século. Tomas Edison já citava bugs em circuitos elétricos em 1870.
Quando o primeiro computador foi construído no início da década de 40, pessoas que trabalhavam na sua construção, encontraram bugs tanto no hardware quanto nos programas executados pelo computador
Um caso curioso sobre bugs data de 1947, quando engenheiros trabalhando no computador MarkII na Universidade de Harvard, encontraram uma traça enroscada em um dos seus componentes. Eles fixaram a traça no livro de registro de operações e rotularam-no como o “primeiro caso real de um bug sendo encontrado” Leia mais …