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Textos com Etiquetas ‘Qualidade de Software’

Balanço de 2010: Engenharia de Software em 10 artigos e 10 sites

31, dezembro, 2010 Galeote 4 comentários

 

HAPPY Para fechar o ano de 2010 publico uma lista com os dez artigos que segundo o Google Analytics foram os mais lidos aqui no blog Qualidade de Software Ltda:

1. Metodologia de Desenvolvimento de Software: Importância Conceitos e Princípios

2.  Passo a Passo para a Elaboração do Modelo de Dominio – Parte 1 de 2

3.  Como Criar uma EAP em Seis Passos

4. Plano de Comunicação de Projetos: Quem não se Comunica se Trumbica

5. Saiba Quais São as Fases dos Testes de Software

6. Descrição de Casos de Uso: Genérico ou Detalhado?

7. Seis Dicas para Preparação de Massa de Dados para Testes Funcionais

8. Como Elaborar em Seis Passos uma Boa Estratégia para Testes Funcionais de Software

9.  Passo a Passo para a Elaboração do Modelo de Dominio – Parte 2 de 2

10. Template para Descrição de Caso de Uso

Publico também os 10 sites que estiveram nos meus favoritos de 2010 (*em ordem alfabética)

1.Agile in a Flash

2. AkitaOnRails.com

3. Alistair Cockburn

4.  Blog do Marcos Mendes

5. Blog do Renato Borges

6. Cakephp

7. James Bach’s Blog

8. Martin Fowler

9. QualidadeBr

10. Sociedade Brasileira de Computação

Aos leitores do Qualidade de Software Ltda, um feliz 2011 com muitas alegrias e disposição para que possamos construir softwares melhores; e se não for possível, que sejamos capazes de remover a maior quantidade de bugs.  Nossos clientes agradecerão. Até 2011!

O permanente desafio de aumentar a qualidade e a produtividade do desenvolvimento de software

1, maio, 2010 Galeote 5 comentários

 

Em 29 abril de 2010 tive a oportunidade de participar do seminário Fábricas de Software, organizado peal Recriando Educação & Estratégia em parceria com a Sucesu-SP Sociedade de Usuários de Informática e Telecomunicações – São Paulo.  Esse seminário foi organizado em quatro palestras, conforme descrito abaixo. Compartilho aqui um breve resumo que capturei de cada palestra:

 seminario
Imagem disponível em http://www.recriandoonline.com.br/fsoft/

1. Cenários e Tendências para as Fábricas de Software: Uma Visão das Principais Mudanças de Paradigma que estão Ocorrendo. Palestrante: Aguinaldo Aragon Fernandes

Na abertura o palestrante destacou a importância do uso de controles para uma Fábrica de Software traçando um paralelo com a indústria automobilística. Em seguida comentou sobre qual seria o real valor das certificações como o CMMI, ressaltando os desafios que a cultura brasileira impõe na adoção desses modelos, e como as empresas que possuem essas certificações pouco se beneficiam delas. Comentou-se sobre a queda atual na procura por esse tipo de certificação.

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Histórico da evolução das ferramentas para testes e qualidade de software

15, fevereiro, 2010 Galeote Sem comentários

As primeiras ferramentas de testes de software surgiram por volta de 1980 e eram focadas em testes funcionais. Eram também baseadas em atividades que eram extensão de debuging do software.

Após essas ferramentas ganharem popularidade, surgiram as ferramentas de gerenciamento de testes que tinham como propósito organizar e manter dados e comandos de testes, organizarem o resultado da execução dos testes, e apresentar relatórios de testes.

Por volta de 1990 os fornecedores passaram a integrar numa suite única ferramentas para testes funcionais e de gerenciamento de testes. Já em 1995 surgiram as primeiras ferramentas para automação de testes de performance que inicialmente eram focadas em medições básicas para algumas plataformas. Posteriormente foram abrangendo diversas plataformas com medições mais complexas de performance.

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Referências Bibliográficas e Webgráficas sobre Teste de Software

14, novembro, 2009 Galeote Sem comentários

Para os estudandes, praticantes e demais interessados no tema “Teste de Software”, aqui vai relação de livros e sites para consultas:

Bibliográficas

Paton, Ron. Software Testing. Sams Publishing. 2005.

H. Kan, Stephen. Metrics and Models in Software Quality Engineering. Second Edition. Addison Wesley. 2002

D. Everett, Gerald. McLeod Jr, Raymond. Software Testing Testing Across the Entire Software Development Life Cycle. IEEE Press. 2007

Eduardo Delamaro, Marcio. Carlos Maldonado, José. Jino, Mario. Introdução ao Teste de Software. Campus. 2007.

A. Menascé, Daniel. A.F.Almeida, Virgilio. Planejamento de Capacidade para Serviços na Web. Campus. 2003.

U.Smith, Connie. G. Williams, Lloyd. Performance Solutions A Practical Guide to Creating Responsive, Scalable Software. Addison-Wesley. 2002

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Qualidade do processo de desenvolvimento se traduz em qualidade do produto de software?

28, fevereiro, 2009 Galeote 2 comentários

É sabido que programas de certificação como o CMMI e o seu primo brasileiro MPS.BR tem colocado os olofotes sobre os processos de desenvolvimento. Muitas empresas denvolvedoras de software fizeram o seu trabalho de casa no que tange a definir, documentar, e divulgar seu processo de desenvolvimento. Feito isso o próximo passo e obter um nível de certificação. Obtida a certificação (nível 2, ou nível 3 ou…) aí e só alegria! Almoços de comemoração e muita publicidade, afinal de contas deu um bocado dc trabalho para conseguir a certificação. Mas e a qualidade do produto de software?

Bem, este é o ponto. Certificação do processo, não significa certificação do produto! É aí que mora o perigo! Deitado em berço esplêndido de uma certificação muitas empresas se esquecem da qualidade do produto.

Para garantir que um processo certificado produza um produto de software de qualidade será necessário uma boa equipe de qualidade assegurada, que não só execute checklists, mas faça inspeções em cada etapa do processo de desenvolvimento para se verificar a conformidade entre o que foi especificado e o que foi construído. Um produto de software pode ser produzido e até funcionar e mesmo assim não estar em conformidade com a especificação. Por exemplo, a especificação descreve uma arquitetura lógica de três camadas e o programador implementa em uma camada única. A especificacao descreve um determinado método de acesso e o programador implementa um método diferente, e assim vai sendo comprometida a qualidade do produto mesmo de uma empresa certificada.

E você o que pensa sobre a qualidade do produto de empresas certificadas? Dá para confiar cegamente?

Metodologia rígida, metodologia flexível ou nenhuma metodologia?

25, janeiro, 2009 Galeote Sem comentários

Você conhece algum desenvolvedor de software que gosta de metodologia para desenvolvimento?  Desenvolvedor gosta de exercer sua criatividade, gosta de imprimir seu estilo de codificar, gosta de liberdade e geralmente não gosta de regras!

E do ponto de vista da empresa? Adotar uma metodologia rígida, uma metodologia flexível ou nenhuma metodologia ?

Independentemente do tamanho da empresa e do seguimento de sua atuação toda empresa precisa de alguma metodologia para o desenvolvimemto de software, pois os funcionários tiram férias, ficam doentes e pedem as contas e nesses casos haverá alguma documentação do software que permitirá uma manutenção emergencial ou mesmo evolutiva sem sobressaltos.

Duas abordagens que eu não acredito são:

1- Metodologia rígida -São boas para desenvolvimento de software de missão critica (principalmente aqueles que podem fazer com que haja perda de vidas) Fora desse domínio a metodologia rígida vira favas contadas, peça de museu, piada em “happy hour”

2 – Bom senso – Deixe por conta do bom senso dos desenvolvedores que eles produzirão um com junto mínimo de documentos, além do próprio código do software.

Então qual abordagem adotar?

Pense em uma metodologia flexível, adaptativa adequada a natureza de cada projeto. Estabeleça processos de entregas, por exemplo, um para novos desenvolvimentos, outro para manutenção evolutiva. Cada processo de entrega define uma raia que orienta o desenvolvedor nas suas atividades.

Não delegue o cumprimento dos processos de entrega para o bom senso. Estabeleça um indicador de conformidade ao processo e defina uma meta a ser atingida a cada nova entrega.

Esse indicador pode ser baseado em artefatos e cada artefato pode ter um peso diferente, por exemplo, um documento de visão do sistema, pode ter um peso maior para um processo de entrega de novo desenvolvimento do que numa manutenção corretiva.

E para garantir que o processo de entrega seja realmente adotado pela organização e necessário o patrocínio da alta gerência, o que irá demonstrar o comprometimento da organização com a metodologia proposta.

Penso que metodologia flexível seja melhor do que nenhuma metodologia. E você o que acha?