Frameworks e ferramentas open-source para realização dos vários tipos de testes de software (unitário, funcional, regressão, carga e stress) assim como ferramentas para gerenciamento de plano de testes, casos de testes e relato de defeitos são fundamentais para as empresas que trabalham com desenvolvimento de software. Essas ferramentas preenchem lacunas deixadas pelas ferramentas pagas.
Ferramentas open-source para gerenciamento e execução de testes estão disponíveis há anos, sendo adotadas de diferentes formas:
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Do ponto de vista dos fornecedores o mercado de ferramentas para testes de software é um mercado em consolidação, pois nos últimos 18 meses ocorreram diversas aquisições entre as empresas: a Borland comprou a Segue Software. A Micro Focus comprou a Borland e a linha de produtos open de qualidade de software da Compuware. A HP comprou a Mercury (líder de mercado). IBM e HP adquiriram ferramentas de software para testes de segurança. A Microsoft continua sua expansão nesse mercado, adicionando ferramentas de gerenciamento e de testes manuais na próxima versão do Visual Studio (2010)
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Para determinados tipos de sistemas a preparação de massa de dados é uma das etapas que mais pode consumir esforços e recursos e certamente define a qualidade dos testes funcionais.
Se você é o responsável por esta importante etapa dos testes, veja as dicas abaixo:
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As primeiras ferramentas de testes de software surgiram por volta de 1980 e eram focadas em testes funcionais. Eram também baseadas em atividades que eram extensão de debuging do software.
Após essas ferramentas ganharem popularidade, surgiram as ferramentas de gerenciamento de testes que tinham como propósito organizar e manter dados e comandos de testes, organizarem o resultado da execução dos testes, e apresentar relatórios de testes.
Por volta de 1990 os fornecedores passaram a integrar numa suite única ferramentas para testes funcionais e de gerenciamento de testes. Já em 1995 surgiram as primeiras ferramentas para automação de testes de performance que inicialmente eram focadas em medições básicas para algumas plataformas. Posteriormente foram abrangendo diversas plataformas com medições mais complexas de performance.
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A comunidade de software livre tem ao longo dos anos influenciado a indústria de software tradicional, no sentido de forçá-la a oferecer alguma versão dos seus produtos para uso sem custo. Empresas grandes como a IBM já adotaram essa abordagem de ofertar uma versão livre de alguns de seus softwares pagos.
Para a modelagem de software utilizando UML tenho usado para fins acadêmicos o Visual Paradigm Community Edition, que é uma versão sem custo e com algumas limitações em relação à versão paga, como por exemplo, só poder criar um diagrama UML de cada tipo sem que apareça a marca d’água da empresa nos diagramas. Uma outra restrição é a de não ter uma funcionalidade que permita o desenho da interface gráfica (elaboração de protótipos de telas)
Essa versão suporta todos os diagramas da UML 2.1, permite a descrição detalhada de requisitos, análise textual dos requisitos para identificação de classes, análise através de cartões CRC e diversas outras funcionalidades relacionadas à etapa de projeto de software.
O Visual Paradigm Community Edition pode ser obtido a partir do endereço http://www.visual-paradigm.com/product/vpuml/communityedition.jsp
Se é de uma ferramenta para modelagem UML que você procura, vale a pena instalar essa versão e testar suas funcionalidades, antes mesmo se for o caso, de partir para a compra de uma versão paga