As fábricas de código estão fora de moda, e esta difícil de encontrar no mercado alguém que as defenda. Mais fácil encontrar quem as odeie: esses pregam que programar não pode ser transformado em atividade fabril, que o desenvolvimento de software demanda intelecto e não mãos operárias para trabalhos repetitivos.
O que nos desafia no desenvolvimento de um software ainda e o tripé custo prazo e qualidade. E mais: como entregar valor para o negócio ao qual o software atendera?
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Em 29 abril de 2010 tive a oportunidade de participar do seminário Fábricas de Software, organizado peal Recriando Educação & Estratégia em parceria com a Sucesu-SP Sociedade de Usuários de Informática e Telecomunicações – São Paulo. Esse seminário foi organizado em quatro palestras, conforme descrito abaixo. Compartilho aqui um breve resumo que capturei de cada palestra:
Imagem disponível em http://www.recriandoonline.com.br/fsoft/
1. Cenários e Tendências para as Fábricas de Software: Uma Visão das Principais Mudanças de Paradigma que estão Ocorrendo. Palestrante: Aguinaldo Aragon Fernandes
Na abertura o palestrante destacou a importância do uso de controles para uma Fábrica de Software traçando um paralelo com a indústria automobilística. Em seguida comentou sobre qual seria o real valor das certificações como o CMMI, ressaltando os desafios que a cultura brasileira impõe na adoção desses modelos, e como as empresas que possuem essas certificações pouco se beneficiam delas. Comentou-se sobre a queda atual na procura por esse tipo de certificação.
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