Antes de conhecer os axiomas associados ao teste de software, precisamos saber que um axioma é uma sentença ou preposição que não é provada ou demonstrada e é considerada como óbvia ou como um consenso inicial necessário para a construção ou aceitação de uma teoria.
Por essa razão, é aceito como verdade e serve como ponto inicial para dedução e inferências de outras verdades (dependentes de teoria) (Fonte: Wikipédia)
Assim axiomas de testes de software são afirmações sobre testes admitidas como válidas ! Vamos então conhecer nove axiomas sobre os testes de software.

- O número de entradas, caminhos internos e saídas são muito grandes
Ex.: Uma simples entrada de um número inteiro pode receber um grande número de possibilidades: número inteiros, números reais, caracteres, símbolos como “.” “,”
- A especificação do software é subjetiva, dúbia ou incompleta
- A avaliação de alguns aspectos do software é subjetiva
- Os critérios de avaliação podem mudar com o tempo
Assim nunca se deve dizer que em um determinado software não existem erros, mas apenas que em função dos testes realizados não foram encontrados erros!
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Esse artigo faz parte da categoria de artigos conceituais e descreve os tipos de testes de software. Em outro artigo havia escrito sobre as fases de testes, e acredito que esse novo artigo contribua para o correto entendimento de conceitos fundamentais sobre testes.
Cada tipo de teste tem foco em um objetivo particular, por exemplo:
- em uma funcionalidade, a ser realizada pelo software;
–em uma característica da qualidade não-funcional, como a confiabilidade ou usabilidade,
–a estrutura ou arquitetura do software ou sistema;
– efeitos colaterais de mudanças ocorridas em partes do software, sobre as partes que não houveram mudanças.
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Durante a execução dos testes funcionais por uma equipe independente do desenvolvimento, é importante estabelecer uma forma comunicação para o relato do progresso da execução dos testes.
No momento da execução a equipe já tem em mãos o total de caso de testes e se for uma equipe que possui registros históricos de outros projetos executados, terá também a produtividade dos executores medida em casos de testes executados por hora.
A partir disso suponha uma equipe com 5 executores, 8 horas de trabalho diário, com produtividade de 6 casos de testes por hora, e que estão a frente de um projeto para executar 1.000 casos de testes no prazo de 5 dias.
A tabela abaixo mostra um exemplo para o relato diário do progresso da execução dos testes funcionais para esse cenário proposto:
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Desenvolver e implantar um software de qualidade, dentro de prazo e dos custos planejados por incrível que possa parecer, ainda não é uma atividade trivial. Parte importante desse processo de desenvolvimento é a fase de testes funcionais do software, que deve ser planejada e ter uma estratégia definida. Estratégia que segundo a Wikipédia é a definição de como recursos serão alocados para se atingir determinado objetivo. Quais são os recursos necessários e os objetivos para a realização de um teste funcional? É sobre isso que trataremos nesse artigo.
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Estou lendo o livro “Execution The Discipline of Getting Things Done”, e num determinado capítulo o autor cita os sete comportamentos de um líder. Após terminar de ler esse capítulo, resolvi elaborar esse artigo, adaptando esses sete comportamentos para um líder de equipe de testes de software.
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Sábado passado eu fui na feira para comprar principalmente frutas.Parei em uma banca de goiabas e li a seguinte placa de informação: Goiabas Vermelhas – 2,50 o quilo.
Peguei um saco plástico e fui escolhendo as goiabas "vermelhas". Após escolher quase meio quilo comecei a desconfiar achando que havia goiabas brancas misturadas com as vermelhas. E eu queria apenas as vermelhas. Após esse sentimento peguntei ao feirante, se na banca havia apenas goiabas vermelhas. A resposta foi que estavam misturadas as vermelhas e as brancas.
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1. Minimizar os riscos de falhas no sistema:
Teste é uma parte importante para o sucesso de um processo de desenvolvimento, pois não existe desenvolvedores perfeitos, os requisitos nem sempre são entendidos completamente e não testar aumenta o risco do sistema de não atender aos requisitos do usuário,produzindo resultados negativos
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O termo bug tem sido utilizado pelos engenheiros para classificar pequenas falhas nas máquinas a mais de um século. Tomas Edison já citava bugs em circuitos elétricos em 1870.
Quando o primeiro computador foi construído no início da década de 40, pessoas que trabalhavam na sua construção, encontraram bugs tanto no hardware quanto nos programas executados pelo computador
Um caso curioso sobre bugs data de 1947, quando engenheiros trabalhando no computador MarkII na Universidade de Harvard, encontraram uma traça enroscada em um dos seus componentes. Eles fixaram a traça no livro de registro de operações e rotularam-no como o “primeiro caso real de um bug sendo encontrado” Leia mais …
Uma técnica muito utilizada na área de TI para medir o benefício de um determinado projeto é avaliar o seu retorno do investimento (ROI), sendo que um projeto se demonstra viável quando o retorno financeiro do mesmo é maior do que o investimento feito para o desenvolvimento do projeto.
Sabe-se que testar um software custa caro, sendo que a atividade de teste possui além dos custos com salários gastos com o time de testes, os custos com ferramentas e ambientes para testes.
Para justificar os custos dos testes, vamos analisar quanto custa não testar: quais seriam os custos envolvidos com um defeito de software identificado em ambiente de produção? Leia mais …
Creio que ainda a atividade de teste sofre com problemas de vocabulário, pois quando se está em reuniões de trabalho discutindo-se teste de software, é uma festa! Cada um tem seu próprio termo para ser usado dado um determinado conceito de teste. Para contribuir com a melhoria do vocabulário utilizado na área de testes, segue abaixo as quatro fases dos testes de software:
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