Nos últimos anos por força da minha profissão e do meu interesse pessoal tenho participado de vários fóruns, artigos, pesquisas, livros, palestras e conversas com praticantes que se utilizam de metodologias ágeis de desenvolvimento. Uma conversa recorrente é o quanto uma determinada equipe é ágil nos softwares que desenvolve. Não é incomum uma equipe se achar mais ágil que a outra, seja porque adota mais ou menos princípios e práticas ágeis que a outra.
Há mais de dez anos envolvido com o desenvolvimento de software em diferentes plataformas operacionais, como VB/ASP, .NET, JAVA e o velho e bom COBOL, já presenciei muitos projetos bem sucedidos e muitos projetos bem fracassados! O pior que esses fracassaram na maioria das vezes, não por fatores novos ou desconhecidos, mas pelo uso das piores práticas para o desenvolvimento de software.
Mas já há algum tempo nossos problemas como o desenvolvimento de software acabaram… Temos as poderosas, inabaláveis e mega “power” metodologias ágeis! Para isso basta comprar um bom livro, ou fazer um bom curso, ou ainda ler um punhado de artigos da internet e bingo! Agora tu és ágil! Será que só isso basta?
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Você já trabalhou em um projeto de desenvolvimento de software que teve a gestão de riscos adequadamente utilizada no início e durante o projeto? Por incrível que possa parecer, gestão de riscos em projeto de desenvolvimento de software ainda é coisa rara, pois nós seres humanos tendemos a super estimar nossas habilidades e subestimar nossas dificuldades.
Segundo o PMBOK risco é do projeto é um evento ou condição incerta que se ocorrer, terá um efeito positivo ou negativo em pelo menos um objetivo do projeto. É importante saber que em um projeto podemos ter também as ameaças, que é algo feito por um concorrente do seu projeto visando interferir no sucesso do projeto. Embora riscos e ameaças sejam tecnicamente diferentes, para fins de gestão de projetos, eles podem ser tratados juntos na mesma análise.
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Desenvolver e implantar um software de qualidade, dentro de prazo e dos custos planejados por incrível que possa parecer, ainda não é uma atividade trivial. Parte importante desse processo de desenvolvimento é a fase de testes funcionais do software, que deve ser planejada e ter uma estratégia definida. Estratégia que segundo a Wikipédia é a definição de como recursos serão alocados para se atingir determinado objetivo. Quais são os recursos necessários e os objetivos para a realização de um teste funcional? É sobre isso que trataremos nesse artigo.
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Já diria o velho guerreiro Chacrinha: quem não se comunica se trumbica! E para o gerente de projetos a comunicação é essencial. Como apoio a essa atividade elaboramos o plano de comunicação.
Segundo o PMBOK o plano de comunicação determina as necessidades de informação e comunicação dos envolvidos no projeto; por exemplo, quem precisa de qual informação, quando ela será necessária, como e por quem ela será distribuída.
.Para a elaboração de um plano de comunicação é importante desenvolver uma matriz de comunicação. Nela registramos as ações de comunicação, o objetivo da comunicação, responsável, meio que será utilizado para a comunicação, o público alvo, freqüência da comunicação e data de início.
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Muitos projetos de desenvolvimento de software falham ou são entregues com baixa qualidade por motivos de prazos, escopo ou custos. A elaboração de uma boa EAP na etapa de planejamento do projeto pode ser um forte aliado do gerente de projeto na condução do mesmo.
Aprenda aqui os seis passos sobre como elaborar uma boa EAP para um projeto de desenvolvimento de software:
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Estou lendo o livro “Execution The Discipline of Getting Things Done”, e num determinado capítulo o autor cita os sete comportamentos de um líder. Após terminar de ler esse capítulo, resolvi elaborar esse artigo, adaptando esses sete comportamentos para um líder de equipe de testes de software.
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Sábado passado eu fui na feira para comprar principalmente frutas.Parei em uma banca de goiabas e li a seguinte placa de informação: Goiabas Vermelhas – 2,50 o quilo.
Peguei um saco plástico e fui escolhendo as goiabas "vermelhas". Após escolher quase meio quilo comecei a desconfiar achando que havia goiabas brancas misturadas com as vermelhas. E eu queria apenas as vermelhas. Após esse sentimento peguntei ao feirante, se na banca havia apenas goiabas vermelhas. A resposta foi que estavam misturadas as vermelhas e as brancas.
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A utilização da técnica de casos de uso para se registrar os requisitos funcionais de um software é largamente difundida na comunidade dos desenvolvedores des software, amparada pela UML e preconizada por diversas metodologias e gurus da área.
Durante algum tempo defendi e pratiquei a elaboração de casos de uso como uma atividade que precedia a elaboração das especificações de interfaces visuais, e portanto sendo independente da mesma.
Entretanto nada como um dia após o outro… Depois de realizar alguns projetos realizados com essa abordagem e sentir na pele a falta de um prototipo de interface visual para apoiar a elaboração dos casos de uso, mudei radicalmente minha abordagem: agora o protótipo de telas antecede a escrita dos casos uso, e esses são elaborados com um olho na interface visual e outro no modelo de domínio. Destaco abaixo a importância da interface visual para a elaboração dos casos de uso:
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Em 29 abril de 2010 tive a oportunidade de participar do seminário Fábricas de Software, organizado peal Recriando Educação & Estratégia em parceria com a Sucesu-SP Sociedade de Usuários de Informática e Telecomunicações – São Paulo. Esse seminário foi organizado em quatro palestras, conforme descrito abaixo. Compartilho aqui um breve resumo que capturei de cada palestra:
Imagem disponível em http://www.recriandoonline.com.br/fsoft/
1. Cenários e Tendências para as Fábricas de Software: Uma Visão das Principais Mudanças de Paradigma que estão Ocorrendo. Palestrante: Aguinaldo Aragon Fernandes
Na abertura o palestrante destacou a importância do uso de controles para uma Fábrica de Software traçando um paralelo com a indústria automobilística. Em seguida comentou sobre qual seria o real valor das certificações como o CMMI, ressaltando os desafios que a cultura brasileira impõe na adoção desses modelos, e como as empresas que possuem essas certificações pouco se beneficiam delas. Comentou-se sobre a queda atual na procura por esse tipo de certificação.
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Na primeira parte desse artigo descrevi os quatro primeiros passos para a elaboração do modelo de domínio, e chegamos até a primeira versão de um diagrama de classes de domínio. Nessa segunda e última parte descreverei os dois passos finais necessários para o refinamento das classes de domínio e dos seus relacionamentos
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