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	<title>Comentários sobre: O permanente desafio de aumentar a qualidade e a produtividade do desenvolvimento de software</title>
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	<description>Sobre a qualidade do desenvolvimento de software brasileiro</description>
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		<title>Por: Fabrício Ferrari de Campos</title>
		<link>http://blog.prasabermais.com/2010/05/01/o-permanente-desafio-de-aumentar-a-qualidade-e-a-produtividade-do-desenvolvimento-de-software/comment-page-1/#comment-288</link>
		<dc:creator>Fabrício Ferrari de Campos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 May 2010 14:57:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.prasabermais.com/?p=206#comment-288</guid>
		<description>@Sidney

Ufa... o esclarecimento, realmente esclareceu as coisas para mim. :)

Em se tratando de testes funcionais, os profissionais de Teste de Software podem ser muito mais eficazes que os desenvolvedores, por vários motivos, desde a psicologia até o conhecimento especializado que tais profissionais têm. Por isso, concordo que uma equipe independente, possa ser a melhor escolha em vários contextos. Mas é bom deixar claro que uma equipe independente pode atuar tanto junto com os desenvolvedores, como separado (a minha preferência é atuação próxima ao desenvolvedor).

É interessante destacar, que os profissionais de teste podem ser responsáveis por vários outros tipos de testes, que executam o software avaliando várias características que o mesmo deve ter (ISO 9126).

Mas mesmo assim, eu acho que tais frases não são felizes, pois podem ser facilmente mal interpretadas (como eu mesmo fiz).

Abraços! E muito obrigado pelo esclarecimento e atenção Sidney! :D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Sidney</p>
<p>Ufa&#8230; o esclarecimento, realmente esclareceu as coisas para mim. <img src='http://blog.prasabermais.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Em se tratando de testes funcionais, os profissionais de Teste de Software podem ser muito mais eficazes que os desenvolvedores, por vários motivos, desde a psicologia até o conhecimento especializado que tais profissionais têm. Por isso, concordo que uma equipe independente, possa ser a melhor escolha em vários contextos. Mas é bom deixar claro que uma equipe independente pode atuar tanto junto com os desenvolvedores, como separado (a minha preferência é atuação próxima ao desenvolvedor).</p>
<p>É interessante destacar, que os profissionais de teste podem ser responsáveis por vários outros tipos de testes, que executam o software avaliando várias características que o mesmo deve ter (ISO 9126).</p>
<p>Mas mesmo assim, eu acho que tais frases não são felizes, pois podem ser facilmente mal interpretadas (como eu mesmo fiz).</p>
<p>Abraços! E muito obrigado pelo esclarecimento e atenção Sidney! <img src='http://blog.prasabermais.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Por: Sidney Galeote</title>
		<link>http://blog.prasabermais.com/2010/05/01/o-permanente-desafio-de-aumentar-a-qualidade-e-a-produtividade-do-desenvolvimento-de-software/comment-page-1/#comment-284</link>
		<dc:creator>Sidney Galeote</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 May 2010 10:25:53 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Fábricio, precisamos contextualizar alguns pontos do artigo em decorrência dos seus comentários:
Quanto à frase provocativa do Ivan “para que o vampiro não cuide do próprio sangue”, seguida do meu comentário de “quem constrói não deve testar”, estão dentro de um contexto de testes funcionais. Logicamente entendo que seja de responsabilidade do desenvolvedor os testes unitários e de integração, e que é saudável ter uma equipe independente para projetar e executar os casos de testes funcionais. Concordo também com você que “testar faz parte do processo de desenvolvimento e do aprendizado. A questão que as frases trazem para a discussão é apenas quem faz os testes funcionais: o próprio desenvolvedor (ou a própria fábrica  que construiu o software)ou uma equipe(ou fábrica) independentes. O que lhe parece?  
Para finalizar, sobre a frase “ o XP aparece como a mais simples e o RUP como o mais complexo” essa frase foi colocada em um contexto de “peso da metodologia”, ou o quanto cada uma é mais ou menos burocrática. Daí o entendimento de que o XP seja mais leve e simples e o RUP mais pesado e burocrático. 
Obrigado pelo comentário, e espero ter esclarecido os pontos que você abordou.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Fábricio, precisamos contextualizar alguns pontos do artigo em decorrência dos seus comentários:<br />
Quanto à frase provocativa do Ivan “para que o vampiro não cuide do próprio sangue”, seguida do meu comentário de “quem constrói não deve testar”, estão dentro de um contexto de testes funcionais. Logicamente entendo que seja de responsabilidade do desenvolvedor os testes unitários e de integração, e que é saudável ter uma equipe independente para projetar e executar os casos de testes funcionais. Concordo também com você que “testar faz parte do processo de desenvolvimento e do aprendizado. A questão que as frases trazem para a discussão é apenas quem faz os testes funcionais: o próprio desenvolvedor (ou a própria fábrica  que construiu o software)ou uma equipe(ou fábrica) independentes. O que lhe parece?<br />
Para finalizar, sobre a frase “ o XP aparece como a mais simples e o RUP como o mais complexo” essa frase foi colocada em um contexto de “peso da metodologia”, ou o quanto cada uma é mais ou menos burocrática. Daí o entendimento de que o XP seja mais leve e simples e o RUP mais pesado e burocrático.<br />
Obrigado pelo comentário, e espero ter esclarecido os pontos que você abordou.</p>
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		<title>Por: Fabrício Ferrari de Campos</title>
		<link>http://blog.prasabermais.com/2010/05/01/o-permanente-desafio-de-aumentar-a-qualidade-e-a-produtividade-do-desenvolvimento-de-software/comment-page-1/#comment-276</link>
		<dc:creator>Fabrício Ferrari de Campos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 May 2010 16:58:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.prasabermais.com/?p=206#comment-276</guid>
		<description>Sidney,

Primeiramente, parabéns pelo ótimo relato do evento!

Mas eu tenho opiniões totalmente contrárias do que alguns dos palestrantes falaram, e até acho algumas das frases verdadeiras imaturidades.

Por exemplo, a frase &quot;para que o vampiro não cuide do próprio sangue&quot;, que depois você comentou sobre “quem constroi não deve testar”. Na minha opinião, isso é uma verdadeira besteira! Quem fala uma coisa dessa não tem o mínimo senso de desenvolvimento de software. Testar FAZ parte do processo de desenvolvimento! Testar FAZ parte do processo de aprendizado!

Lendo uma frase dessa, imagino que a pessoa não tem nem conhecimento sobre teste de unidade e integração. E ainda acha que &quot;XP aparece como a mais simples e o RUP como mais complexo&quot;, em se tratando de metodologia de desenvolvimento. Uma pessoa que concorda com essa frase, nunca irá realmente usar XP, ela pode até falar que usa, mas na verdade não usa!

Bem é isso, eu até pensei em não comentar nada, mas acho legal expor uma opinião bem contrária. :)

Sinta-se à vontade em responder na mesma moeda (hehe)

Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sidney,</p>
<p>Primeiramente, parabéns pelo ótimo relato do evento!</p>
<p>Mas eu tenho opiniões totalmente contrárias do que alguns dos palestrantes falaram, e até acho algumas das frases verdadeiras imaturidades.</p>
<p>Por exemplo, a frase &#8220;para que o vampiro não cuide do próprio sangue&#8221;, que depois você comentou sobre “quem constroi não deve testar”. Na minha opinião, isso é uma verdadeira besteira! Quem fala uma coisa dessa não tem o mínimo senso de desenvolvimento de software. Testar FAZ parte do processo de desenvolvimento! Testar FAZ parte do processo de aprendizado!</p>
<p>Lendo uma frase dessa, imagino que a pessoa não tem nem conhecimento sobre teste de unidade e integração. E ainda acha que &#8220;XP aparece como a mais simples e o RUP como mais complexo&#8221;, em se tratando de metodologia de desenvolvimento. Uma pessoa que concorda com essa frase, nunca irá realmente usar XP, ela pode até falar que usa, mas na verdade não usa!</p>
<p>Bem é isso, eu até pensei em não comentar nada, mas acho legal expor uma opinião bem contrária. <img src='http://blog.prasabermais.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Sinta-se à vontade em responder na mesma moeda (hehe)</p>
<p>Abraços!</p>
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	<item>
		<title>Por: Sidney Galeote</title>
		<link>http://blog.prasabermais.com/2010/05/01/o-permanente-desafio-de-aumentar-a-qualidade-e-a-produtividade-do-desenvolvimento-de-software/comment-page-1/#comment-267</link>
		<dc:creator>Sidney Galeote</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 10:07:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.prasabermais.com/?p=206#comment-267</guid>
		<description>Eduardo a questão sobre as Fábricas de Software e de Testes foram abordadas nas palestras do Ivan e da Marta, sendo que a palestra da Marta tinha o tema com foco nesse assunto.
O Ivan citou uma frase que me chamou a atenção:  &quot;Destacou ainda a importância de se separar os papéis de Fábrica de Software e Fábrica de Testes, para que nas suas palavras “para que o vampiro não cuide do próprio sangue”.  Acho que essa frase traduz bem tudo aquilo que já lemos sobre &quot;quem constroi não deve testar&quot;.
Na palestra da Marta ela colocou a visão de papéis complementares entre as duas Fábricas, destacando também que esses papéis sejam desempenhados com independência. 
Minha percepção é que tem muita Fábrica de Software que se propõe a fazer de tudo: construir código, testar unitariamente, testar funcionalmente, dar sustentação ao software, etc. Essa questão foi abordada na palestra do Ivan, que destacou a importância de especialização dos papéis das Fábricas de Software.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo a questão sobre as Fábricas de Software e de Testes foram abordadas nas palestras do Ivan e da Marta, sendo que a palestra da Marta tinha o tema com foco nesse assunto.<br />
O Ivan citou uma frase que me chamou a atenção:  &#8220;Destacou ainda a importância de se separar os papéis de Fábrica de Software e Fábrica de Testes, para que nas suas palavras “para que o vampiro não cuide do próprio sangue”.  Acho que essa frase traduz bem tudo aquilo que já lemos sobre &#8220;quem constroi não deve testar&#8221;.<br />
Na palestra da Marta ela colocou a visão de papéis complementares entre as duas Fábricas, destacando também que esses papéis sejam desempenhados com independência.<br />
Minha percepção é que tem muita Fábrica de Software que se propõe a fazer de tudo: construir código, testar unitariamente, testar funcionalmente, dar sustentação ao software, etc. Essa questão foi abordada na palestra do Ivan, que destacou a importância de especialização dos papéis das Fábricas de Software.</p>
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	<item>
		<title>Por: Eduardo Gomes</title>
		<link>http://blog.prasabermais.com/2010/05/01/o-permanente-desafio-de-aumentar-a-qualidade-e-a-produtividade-do-desenvolvimento-de-software/comment-page-1/#comment-265</link>
		<dc:creator>Eduardo Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 May 2010 23:23:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.prasabermais.com/?p=206#comment-265</guid>
		<description>Muito interessante o seminário!
E parabéns pelo post!
Em relação à palestra que abordou a convivência de Fábricas de Software e de Testes, qual a conclusão sobre a necessidade de independência entre elas?
Foi discutida a hipótese de uma mesma empresa desempenhar os dois papéis, desde que contando com equipes totalmente independentes em termos de gerência imediata?
Frequentemente vemos editais de licitação que impedem que um mesmo fornecedor desenvolva e teste. Mas como garantir de fato essa independência quando as empresas interagem em diversos contratos diferentes, num mercado extremamente dinâmico e integrado? Essa necessidade foi confirmada nas discussões?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante o seminário!<br />
E parabéns pelo post!<br />
Em relação à palestra que abordou a convivência de Fábricas de Software e de Testes, qual a conclusão sobre a necessidade de independência entre elas?<br />
Foi discutida a hipótese de uma mesma empresa desempenhar os dois papéis, desde que contando com equipes totalmente independentes em termos de gerência imediata?<br />
Frequentemente vemos editais de licitação que impedem que um mesmo fornecedor desenvolva e teste. Mas como garantir de fato essa independência quando as empresas interagem em diversos contratos diferentes, num mercado extremamente dinâmico e integrado? Essa necessidade foi confirmada nas discussões?</p>
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